A clássica frase “não se faz algo como antigamente” soa muito saudosista, mas, não é de toda sem razão, e quando pensamos em música comprovamos isso.
É claro que existem muitos talentos nos dias de hoje, porém, aparentemente não são os mais cultuados pela vertente pop que insiste em lançar ídolos tão efêmeros quanto seus hit´s fastfoods.
É difícil encontrar um artista completo, se as letras são boas a melodia e a musicalidade nem sempre convencem, geralmente acompanha uma pobreza de arranjos.
O que encontra-se em abundâncias são releituras mais fracas de clássicos, ou músicas que claramente as referências são encontradas nos grandes nomes da música.
O certo é que esta nova safra de músicos tem um certo apelo para o lado emocional de suas melodias e usam mantras para colar na memória seus novos e milionários single´s.
E para fixar, ainda hoje encontramos os clipes, cheia de mensagens subliminares, mas, isto fica para outra discussão. O que quero deixar bem claro é o poder da boa música.
A boa música é eterna e vira realmente trilha sonora marcando o tempo da nossa vida...
Toda vez que ela for tocada, sentimentos, momentos, sabores, aromas e PESSOAS virão a tona.
E aquele aperto no coração acompanhado de olhos brilhantes, só aumenta o sabor da saudade daquelas pessoas que estão longe demais para um abraço.
Ah... a música da minha vida passa do poprock ao rock ao Black para o blues e soul music... Sou bem eclético, mas, exigente!
Posso destacar na música gospel: Fernanda Brum, Aline Barros, Eyshila, Heloisa Rosa, Diante do Trono (até o 7), THALLES, Leonardo Gonçalves, Trazendo a Arca e toque no altar, TOn Carfi e o Incrível Paulo César Baruk e internacional temos : Always Natalie Grant, Brandon Heath, CAsting Crowns e Hilsong.
Todos estes sonorizam o meu dia-a-dia... é claro que sempre tem outros , mas, estes são os que mais ouço.
Já tive uma fase mais pentecostal, que eu ouvia Elias silva, Cassiane, lauriete, Marcelo dias e Fabiana, Elaine e Jesus.... até hoje ouço , mas acredito esta vertente ficou saturada, com exceção das “divas” que inovam nas letras e estilo algumas bem sucedidas e outras nem tanto, o fato é que o clichê se faz presente na maioria das novas composições dominando este mercado tornando-o repetitivo, apenas "eco" do que um dia já representou.
O que importa é daqui a 40 anos quando ouvir estas canções não sentir enjôo ou vergonha e sim Saudades por tão boas recordações que elas deixaram, e nisto reside a diferença entre a boa música e as demais, ela é eterna e passa de geração a geração sem perder o brilho da 1ª vez!
VocÊ é o que VocÊ come, e o que você ouve molda os seus pensamentos! O que você tem escutado?