Dias atrás, fiquei irritado com um tempo verbal, antes de revelar qual tempo quero explicar o porquê disto, estava refletindo sobre minha vida e comecei a fazer uma lista das coisas que eu “queria” ter realizado ou pelo menos encaminhado...
Analisando do indicativo ao subjuntivo excluindo o gerúndio e o particípio, o tempo verbal que recebe todo o meu desafeto se chama: Pretérito imperfeito do Infinitivo...
Nele você diz: eu “queria” fazer isso, eu “estaria” correto, eu “seria”, eu “teria” ou desta vez eu “diria”.... E blábláblá.... Percebe a imperfeição deste tempo? São ações interrompidas por falta de coragem ou motivação, até mesmo falta de confiança em si mesmo... Mas isso é assunto para outro post ou foi... Tudo se resume a lacunas incompletas.
| A procura do novo tempo .... |
Porém, como dizem: ”quem vive de passado é museu”, e realmente viver das sobras do ontem não é de todo agradável, por maior que seja a felicidade da realização o pós-sucesso é tão inquietante quanto a busca, se não existe mais pelo que lutar não há porque viver.
Logo, para coordenar o presente em busca de algo futuro o futuro do pretérito pode ser descartado quem quer planejar dizendo faria?
Todos buscam afirmar a determinação, o predestinado , embora haja percalços no caminho, O futuro do presente no modo indicativo é o ideal para idealização: EU FAREI logo será feito, não existe dúvidas, não há condições, não existem barreiras apenas conclusão!
Decida que tempo verbal será a sua vida e persiga o sonho ou viva debaixo das águas....
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